quarta-feira, 20 de março de 2013

HOMENS, eis a questão!


Homens precisam passar segurança. Não precisam ser fortes ou algo assim. Podem ser baixinhos, gordinhos e com pouco talento para as artes marciais. Mas precisam passar segurança ao entrelaçar os dedos na gente, meio que como nos gritassem que tudo vai dar certo. Homens precisam ter um colo paterno, mas saber que não são nossos pais. Homem é um misto de irmão mais velho cuidadoso, irmão mais novo implicante e primo safado do interior.
E para nós, mulheres, detalhes nunca são meros detalhes – sempre são enormes e significativos. Aquele bilhetinho deixado quando você saiu mais cedo para trabalhar, aquela hora em que você me ligou só para me lembrar do meu anticoncepcional, quando você tira as cebolas das pizzas porque sabe que eu não gosto ou nas horas em que você coloca a mão na minha coxa enquanto dirige – ou até mesmo quando dorme como um fóssil no banco do carona, nas horas em que a gente reveza a direção.
Para me agradar, não me dê flores, chocolates ou ursinhos de pelúcia. Me dê cartões. Escreva coisas estúpidas e bobas que me farão rir como uma criança. Depois disso você pode comprar flores, chocolates e ursinhos. Você pode até me dar um helicóptero todo rosa pink, com minhas iniciais na porta. Mas se não tiver um cartãozinho surpresa com teus garranchos, não será a mesma coisa, entende?
Outra coisa que homem tem que ter é pegada. Mas não achar que pegada significa arrancar tufos do meu cabelo. Tem que saber apertar meu rabo de cavalo sem tirar nenhum fio dali. Vai por mim, homens que machucam demais na hora da transa não são  bons de cama. Homem tem que ser atencioso, seja para perceber que cortamos dois dedos do cabelo ou para distinguir nossos gemidos de “tente mais um pouco” e de “não para, pelo amor de Deus”.
Homens não precisam ser um Fred Astaire, mas é importante que tenham a coragem de nos tirar para dançar. E não menos importante: que não tenham vergonha caso nós o tiremos para dançar – afinal, não vim a esse mundo necessariamente para ser escolhida. No momento da valsa, é de bom tom que eles nos carreguem pela mão e nos unam em teu corpo. Porém, corpo não é tudo. Gosto de homem-cabeça. Os homens quem leem são mais interessantes. E ser interessante vale mais do que olhos azuis e peitoral malhado.
Surpresas também sempre são bem-vindas, caros homens. Seja um SMS bonitinho enquanto estou numa aula chata ou me levar aquela trufa de marula que você sabe que eu adoro. Entendam que presentes não são o preço que custaram. Como próprio nome já diz, presentes são para fazer presença. Então, quanto mais eu fizer presença em tua vida, saberei que faço parte dos teus dias também, assim como você faz dos meus.
Em dias nublados, homens, é uma boa estratégia sair com casacos, mesmo que não estejam sentindo frio. Hormonalmente, mulheres sentem mais frio do que os homens – e é por isso que o seu casaco extra pode ser importante nesses momentos. Mas não se esqueçam de nos abraçar. Melhor do que casaco de lã é par de braços perfumados.
Sorria das minhas caretas, mas sem deboche. E me faça sorrir também. Homens precisam saber nos fazer sorrir – mesmo que não sejam exímios contadores de piada. Cada um tem a sua arma provocadora de riso: sejam as cócegas, as caretas, se sujar ao lavar a louça ou comprar o box de The Big Bang Theory. Mas me faça sorrir. Entenda que chave para o coração de uma mulheres está nas gargalhadas que ela solta ao seu lado.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Encaixe PERFEITO para a minha vida...!

"Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Sentem-se em casa em qualquer lugar. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor e compram passagens só de ida..." Martha Medeiros

Depois de muito tempo, voltei! ;)

O segredo do Sucesso!

Rir muito e com frequência; ganhar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida condição social; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu. Isso é ter tido sucesso.

sábado, 22 de outubro de 2011

Fisioterapia com Fisioterapeuta!

Caros colegas. Temos nos salários pagos aos fisioterapeutas um dos maiores problemas para o crescimento da profissão. Digo crescimento no sentido de estímulo, satisfação e realização profissionais.
Vários aspectos devem ser analisados para que uma ação efetiva seja levada a cabo.
Esse problema não é recente, mas vem se agravando na medida proporcional em que a competitividade e a aparente falta de mercado aumentam.
É fundamental entendermos o que acontecia no passado e que é uma prática efetivada no Brasil até hoje, se buscarmos quaisquer fontes de pesquisas do IBGE. O salário pago às mulheres é mais baixo do que aqueles pagos ao homem. A categoria da fisioterapia é formada, em sua maioria, por mulheres. Quando citei o que ocorria no passado era um fato bastante comum termos fisioterapeutas do sexo feminino que exerciam a profissão como um “hobbie” para sua satisfação pessoal, durante meio período do dia e sem nenhum estímulo de crescimento profissional. Como estava era bom; é desagradável citar isso, mas ocorria muito. Um outro ponto importante mencionarmos na raiz desse problema é a formação antiga do fisioterapeuta. Nem todos sabem, mas a fisioterapia no Rio de Janeiro cresceu e se firmou a partir da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR). Um grupo de médicos ortopedistas, reumatologistas e neurologistas importaram a idéia da medicina física e reabilitação dos Estados Unidos e Europa e passaram a aplicá-la aqui. Surgiu um grande problema: quem iria “executar” as técnicas de tratamento fisioterápico? Foi, então, criado um curso técnico voltado essencialmente para a prática e os alunos possuíam nível médio de formação, usando calça jeans, tênis e camiseta branca como uniforme.
Essa lagartixa se transformou em um jacaré que se voltou contra esse grupo e a fisioterapia cresceu; passou a nível superior na década de 1960 e, quando ocorreu a regulamentação da profissão em 1969 pela junta militar que governava o país, todos aqueles de nível médio foram agraciados com o título de nível superior. Foram sem dúvida, grandes heróis esses profissionais, mas a base da profissão era puída.
A noção que se tinha e a que se tem ainda hoje da fisioterapia é de uma coisa menor. A principal categoria de nossos pacientes de hoje é formada por idosos, jovens àquela época e com essa visão distorcida ao longo das décadas. Tudo isso contribuiu para que a fisioterapia fosse distorcida e aviltada, pois parece uma coisa que todo mundo aplica, que todo mundo conhece.
Observem uma distorção que todos nós usamos no dia a dia e que contribui para essa desvalorização: quando alguém relata para você algum problema orgânico, qual é a pergunta? Você está fazendo tratamento médico? Se o problema citado é odontológico, qual é a pergunta? Você está fazendo tratamento dentário? E com relação à fisioterapia? Você ESTÁ FAZENDO fisioterapia? Quem faz fisioterapia é o acadêmico da graduação, os pacientes fazem tratamento fisioterápico. Na prática quem valoriza dessa maneira?
Um outro problema crônico e que voltou a aumentar na última década está relacionado aos fisioterapeutas. De forma crescente, vemos ex-alunos cursando medicina, enfermagem, nutrição, farmácia, além de educação física. Alguns buscam outras categorias por apresentarem melhores salários, mais vagas em concursos públicos, maior estabilidade; outros buscam porque queriam ser médicos e /ou odontólogos e, não conseguindo, iniciaram pela fisioterapia como um trampolim. Ora, se essas pessoas buscaram o curso de fisioterapia frustrados porque queriam outra formação, que vínculo, que engajamento, que comprometimento vão ter com a fisioterapia e suas lutas?
Basicamente nada vão fazer para ajudar a trazer de volta com maior ênfase a credibilidade e a respeitabilidade da fisioterapia junto aos profissionais da equipe de saúde.
Eu costumo chamar isso de cultura fisioterapêutica. Outras categorias mais antigas e mais sedimentadas possuem essa cultura. A fisioterapia como é mais recente, com vários problemas estruturais e com várias deformações, não a possui e isso interfere bastante.
Os cursos pré-vestibular continuam enaltecendo medicina, engenharia e direito. Será que só existem essas profissões?
Será que somente essas profissões são respeitáveis?
Será que as pessoas só serão felizes e realizadas nessas três opções? Os pais ficam muito satisfeitos e orgulhosos com essas escolhas; olham com desconfiança outras alternativas – fisioterapia então, …
O aluno de medicina, direito, educação física, engenharia etc., já incorporam o profissional quando o curso começa. E o fisioterapeuta? A grande maioria dos alunos não sabe o que é fisioterapia ao iniciar o curso e, o que causa mais preocupação, continua sem saber ao terminar o curso.
Felizmente, temos alunos que percebem isso claramente e serão fisioterapeutas de forma visceral como eu sou e muitos colegas espalhados pelo país também o são; mas somos poucos ainda para atender as necessidades da população brasileira. A criação dessa consciência, vai gerar um profissional lutador, participante ativo do processo de crescimento que queremos, vai correr na frente e não atrás como é costume para que perdeu a oportunidade.
Esses problemas estruturais que citei estão longe de serem os únicos, mas ajudam a entender evolutivamente alguns aspectos.
Vamos organizar grupos permanentes de trabalho no Brasil todo; os pacientes não podem esperar!!!!!!!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Deixa estar o que for pra ser VIGORA!

Chega um momento em nossas vidas em que DEVERÍAMOS analisar tudo que se passa por ela de forma singela, branda, com clareza e muita firmeza. Não me basta ser 8 e 80, é preciso 'diagnosticar' e 'tratar' a vida e os sentimentos com seriedade. É necessário passar confiança à quem nos intereça e nos quer bem, é preciso fazer novas amizades e zelar as mais antigas.
Afinal, quem não sonha com uma vida cor-de-rosa?!
Lutar não é sinonimo de Guerra gente! Lutar significa ir em busca de seus sonhos, impossiveis ou não, e que, para mim nada é impossivel. Hoje tirei meu dia/noite para analisar o quanto nós reclamamos da vida, o quanto EU reclamo da vida, inutil. Será que tudo não passa disso?! E o pior, nós sabemos como DEVE ser feito mas e ai? Quem é que coloca isso em pratos limpos e segue a risca o "Protocolo da Felicidade", da determinação, da 'boa' saúde, 'boa' alimentação... (...) não escutei nada!
Como diz Lulu Santos..."E NÃO HÁ TEMPO QUE VOLTE AMOR!!!!!!!! VAMOS VIVER TUDO QUE HÁ PRA VIVER, VAMOS NOS PERMITIR"
Preciso dizer mais alguma coisa?
Viva, trabalhe, estude, irrita-se, ame, chore, grite, brilhe, dê o seu melhor e não demorara para o retorno chegar. Deixa estar oque for pra ser vigora!


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Que setembro seja melhor e supere todas as angústias, medos, inseguranças e azar de um agosto fodido.

"Acordei sem a menor dificuldade, espiei a rua em silêncio, muito limpa, as azaléias vermelhas e brancas todas floridas. Parecia que alguém tinha recém pintado o céu, de tão azul. Respirei fundo. O ar puro da cidade lavava meus pulmões por dentro. Setembro estava chegando enfim." Caio Fernando Abreu
Se mate agosto... Veeeeeeeenha setembro!